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Summit - A supermáquina!

"Jovens" hoje trago-lhes o supercomputador mais rápido do planeta. O Laboratório Nacional de Oak Ridge (ORNL) e o Departamento de Energia dos EUA apresentaram o Summit, o supercomputador mais rápido do mundo.

O Summit é baseado no sistema de computação de alto desempenho (HPC) IBM Power System AC922, consiste num total de 4.608 servidores, cada um com dois processadores IBM Power9 de 22 núcleos e seis aceleradores de unidades de processamento gráfico. NVIDIA Tesla V100, mais de 10 petabytes de memória e interligação por InfraBand Mellanox EDR 100Gb/s de dois canais para garantir o fluxo de dados mais eficiente.

Esta fera é capaz de atingir 200 petaflops ou 200.000 trilhões de cálculos por segundo!

O Summit está, portanto, muito à frente do supercomputador que desde 2015 e até hoje detinha o título de o mais rápido do mundo, o chinês Sunway TaihuLight, com um poder de 93 petaflops e do Tianhe- 2, com uma potência de 40 petaflops, permitindo assim aos EUA voltarem a recuperar o primeiro lugar entre os supercomputadores mais rápidos do planeta.

 

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Quanto ao sistema operativo, não havendo qualquer surpresa, é o Linux: o TOP500, a lista dos 500 supercomputadores mais poderosos do mundo, é completamente dominado pelo Linux desde o ano passado, como já tinha noticiado anteriormente.

A curiosidade é, em qualquer caso, saber qual a distribuição Linux em particular, tendo sido escolhido o Red Hat Enterprise Linux (RHEL).

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A Red Hat explica que "supercomputadores e pesquisas científicas tendem a andar de mãos dadas. Projetados para resolver problemas científicos fundamentais, como a cura do cancro e o uso da energia de fusão, os supercomputadores tornaram-se fundamentais em termos de colaboração global e troca de informações entre pesquisadores."

A empresa referiu-se ainda ao passado "mais fechado" dos supercomputadores. "No passado, os projetos e implementações eram relativamente fechadas, muitas vezes construídos por um único fornecedor a partir do seu inventário de componentes. Hoje, esse modelo evoluiu à medida que a ciência se torna mais acessível à comunidade global, os supercomputadores tornam-se muito mais abertos por meio da colaboração entre fornecedores".

Com relação à utilidade do Summit, ele foi projetado, como já foi dito, para fins científicos e será dedicado ao estudo do cancro e outras doenças, à pesquisa de energia, materiais avançados e inteligência artificial ou astrofísica, entre outros.

Para mais informações sobre tudo que é esperado e o que já está sendo realizado, o anúncio oficial é publicado pelo ORNL.

 

Espero que este artigo lhe tenha sido útil!

Até à próxima!

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